Existe um doce na Turquia que geração após geração de crianças cresceu comendo nas ruas de Istambul, nas feiras de Bursa, nas mesas de festas otomanas. Ele se chama Pişmaniye — e a maioria dos brasileiros ainda não sabe que ele existe.
Feito artesanalmente a partir de fios de halva esticados à mão, este doce tem a textura do algodão, o sabor delicado do doce turco e um recheio de pistache de Antep — cultivado em Gaziantep, no sudeste da Turquia, a cidade que é a capital mundial da baklava e reconhecida por produzir o pistache mais intenso e aromático do mundo.
Nesta versão, o Pişmaniye ainda é envolvido em chocolate, unindo dois universos gastronômicos em uma única experiência: a confeitaria otomana e o prazer universal do chocolate.
É raro. É artesanal. É importado diretamente da Turquia. E é exatamente o tipo de presente ou descoberta gastronômica que as pessoas compartilham — porque ninguém acredita que algo assim existe até provar.