Existe em Istambul uma instituição tão antiga quanto a própria cidade e tão viva quanto qualquer coisa que ainda funcione nela: o çay bahçesi — o jardim de chá.
Não é um café. Não é um restaurante. É um espaço ao ar livre — ou semissombreado, com vista para o Bósforo, para um parque, para uma mesquita — onde a única obrigação é sentar, pedir um copo de çay e deixar o tempo passar. Nas manhãs de domingo, famílias inteiras ocupam as mesas por horas. Nas tardes de semana, aposentados jogam tavlá (gamão) com o copo de chá ao lado. À noite, jovens conversam até tarde com copos que são repostos sem serem pedidos. O çay é a desculpa, o motivo e o fio condutor de tudo.
O chá servido nesses jardins é invariavelmente o mesmo: chá preto de folhas finas das colinas de Rize, no litoral do Mar Negro. A região produz o siyah çay há mais de um século — desde que a Turquia, depois de perder o acesso às rotas do chá durante a Primeira Guerra Mundial, decidiu cultivar o próprio. O resultado foi um chá de características únicas: cor rubi profunda, aroma terroso e envolvente, sabor robusto com final levemente adstringente que pede — mas não exige — um torrão de açúcar.
A lata metálica premium não é apenas embalagem: é a forma correta de armazenar folhas de chá que precisam de proteção contra luz, umidade e aromas externos para preservar toda a sua intensidade. Abre com o aroma imediato que os frequentadores dos çay bahçesi reconheceriam instantaneamente — o mesmo que sobe da chaleira dupla çaydanlık quando o chá atinge o ponto certo de infusão.
100g de folhas finas — quantidade generosa para semanas de ritual diário, e apresentação elegante o suficiente para ocupar com orgulho qualquer cozinha ou mesa de chá.
Importado e selecionado pela Tenda Turca diretamente da Turquia para o Brasil.